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Ikonn amplia atuação e disponibiliza ecossistema a parceiros

Empresa expande white label em 2026 ao oferecer modelo para centrais de rastreamento. André Luiz Ota, CEO da Ikonn, destaca o desejo de democratiza...

16/02/2026 às 14h11
Por: Redação Fonte: Agência Dino
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Reprodução Ikonn
Reprodução Ikonn

A empresa de tecnologia para rastreamento e monitoramento veicular Ikonn ampliou seu modelo white label e passou a disponibilizar seu ecossistema de gestão, operação e capacitação a novos empreendedores do setor. A estratégia mira a expansão de parcerias em 2026.

O modelo integra plataforma de rastreamento em nuvem, central de monitoramento, suporte técnico, estratégias de marketing e universidade corporativa, com o propósito de oferecer uma estrutura operacional e comercial já formatada para o parceiro.

André Luiz Ota, CEO da Ikonn, conta que a decisão foi motivada pela intenção de democratizar o acesso à estrutura tecnológica desenvolvida pela empresa, permitindo que o empreendedor concentre esforços na gestão do cliente enquanto a marca assume a responsabilidade sobre a base técnica.

"Entendemos que o sucesso no setor exige um modelo de negócio replicável e, acima de tudo, franqueável. Ao abrir nosso ecossistema ‘tudo-em-um’, buscamos entregar as ferramentas para que o parceiro construa um ativo escalável, capaz de multiplicar sua marca por meio de uma rede padronizada", revela o CEO.

O executivo acrescenta que a decisão está associada à consolidação interna da empresa ao longo dos anos, marcada pelo desenvolvimento de processos próprios e pela estruturação de um padrão operacional voltado à replicabilidade do negócio.

"A maturidade da Ikonn é fruto de uma sólida engenharia de sistemas. Ao longo da nossa trajetória, buscamos transformar desafios técnicos em metodologias replicáveis, desenvolvendo uma infraestrutura Cloud-Native e programas de capacitação, como a Universidade Ikonn", explica Ota.

 

Oportunidade de mercado

Para o CEO da Ikonn, o mercado brasileiro de segurança eletrônica e rastreamento veicular atravessa um ciclo de profissionalização e sofisticação tecnológica, no qual a demanda evoluiu da localização básica para a gestão de dados em movimento.

"Vivemos a era da internet das coisas, onde a lucratividade real está na inteligência aplicada a nichos especializados. O momento favorece empresas que operam com plataformas consolidadas e que conseguem transformar dados brutos em decisões estratégicas para o cliente final, como diferencial", detalha o executivo.

O mercado de segurança eletrônica na América Latina deve crescer a um ritmo de 6,5% ao ano até 2027, com o Brasil liderando em adoção de inovações como inteligência artificial (IA) e Internet of things (IoT, ou internet das coisas em português), que respondem por 20% do impulso global do mercado, de acordo com artigo da Revista Segurança Eletrônica.

Segundo a publicação, as projeções indicam que o setor deve atingir maior maturidade, com redução de custos operacionais de até 25% por meio da automação e geração estimada de 120 mil empregos qualificados, alinhados à agenda Environmental, Social and Governance (ESG, ou ambiental, social e de governança, em português) e à conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) para 2026.

André Luiz Ota afirma que a tecnologia pode apoiar, além da operação, a gestão e a escalabilidade das empresas parceiras, funcionando como um motor de crescimento inteligente. Ele comenta que a base tecnológica da Ikonn possibilita um modelo de negócio global ready.

"A rede nacional de técnicos e instaladores também pode eliminar a barreira geográfica, permitindo que uma central local atenda clientes em todo o Brasil sem custos de deslocamento, e módulos como o financeiro no piloto automático — que integra cobrança e bloqueio automático — e a Universidade Ikonn possibilitam uma gestão e treinamento de equipe automatizado", complementa o CEO.

A Ikonn busca tornar a inovação tecnológica um ativo acessível aos parceiros, sustentando crescimento sólido, rentável e seguro. A marca acredita que seu modelo operacional pode servir de referência para a próxima geração de centrais de rastreamento no Brasil, combinando infraestrutura e gestão que permitam ao empreendedor escalar sem as amarras tradicionais do setor.

"Abrir uma empresa de rastreamento exige tecnologia, operação e conformidade, incluindo infraestrutura em nuvem, conectividade, segurança jurídica e capacitação técnica. Nosso ecossistema tudo-em-um tem como objetivo fornecer plataforma, suporte jurídico, automação e treinamento, com a premissa de permitir que o empreendedor se concentre na gestão e no crescimento do negócio", conclui André Luiz Ota.

Para mais informações, basta acessar: ikonn.com.br/ I
https://www.instagram.com/ikonntracker

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