
O ato de avaliar alguém ou algo, importância ou capacidade inferiores aos reais, resultando em desprezo, desvalorizando os demais.
Quem subestima nem se conhece pra começar e, ao se irritar por dentro ao ver o outro crescer, acha confortável desfavorecer.
Na verdade, isto é triste demais; destratando os outros por não se conhecer por dentro é triste demais.
Não querendo ter um lado, mas sim como exemplo, quem sofre muito assim são as mulheres subjugadas por sua história com o machismo estrutural, que também é, antes de qualquer coisa, uma doença a ser curada na sociedade toda.
Inclusive nas mulheres que cresceram achando normal serem tratadas não iguais aos homens, no entanto feitas para servir e procriar, sem serem detentoras de inteligência, vontade e capacidade de serem o que quiserem ser.
Cada um com sua beleza e riqueza, homem e mulher são belos ao se relacionar com cuidado, um protegendo o outro ao tocar no coração e na razão, seja de quem for, e não, nunca subestimar.
O machismo estrutural serve para alimentar a violência de todos os tipos, não só a feita à mulher. Isto é triste demais e não sei por que existe, e muita gente acha normal ser assim, ruim como é.
Eu vejo uma solução: a não polarização, de nenhum modo acontecer; só todo mundo viver junto, um respeitando o outro, sendo feliz do jeito que é. O homem sendo homem, a mulher sendo mulher, sem querer mudar ninguém, aceitando cada um como é.
Acham que é utopia, um sonho talvez.
Deus que sabe o que é.
Viver todos sem julgar, sem atrapalhar ninguém, nem se atrapalhar; isto talvez seja a solução de uma situação que, pra mim, tá clara a resolução, que talvez só depende de uma união.
Cada um em sua jurisdição, respeitando a cada um, sem perder seu verdadeiro valor.
O que é isso, o que será?
Deus que planta os sonhos em cada um que dirá. O tempo é quem falará e responderá o que for a quem perguntar.
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