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Operação contra o tráfico bloqueia mais de R$ 1,7 milhão e cumpre prisões no Tocantins

Ação da Polícia Civil ocorreu em quatro cidades e teve como alvo grupo investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e ligação com facção criminosa.

28/05/2026 às 10h02
Por: Sirleyva Braz
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Suspeito conhecido como Maguila foi preso pela 1ª Denarc - Foto: João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins
Suspeito conhecido como Maguila foi preso pela 1ª Denarc - Foto: João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins deflagrou, na manhã desta quinta-feira (28), uma operação para combater o tráfico de drogas e a lavagem de dinheiro em Palmas e cidades da região. Batizada de Operação Nocaute, a ação ocorreu simultaneamente em Palmas, Porto Nacional, Paraíso do Tocantins e Chapada de Areia.

Durante o cumprimento das ordens judiciais, os policiais realizaram três prisões preventivas e 12 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou o bloqueio de mais de R$ 1,7 milhão em contas ligadas aos investigados.

Além das prisões, foram apreendidos seis armas de fogo, aparelhos eletrônicos, uma máquina de contar dinheiro e um veículo avaliado em cerca de R$ 125 mil, apontado pelas investigações como patrimônio adquirido com recursos ilícitos.

Segundo a Polícia Civil, o principal alvo da operação é um homem conhecido pelo apelido de “Maguila”, investigado por envolvimento com o tráfico de crack, crimes violentos e possível ligação com organização criminosa.

A operação faz parte da Operação Narke 6, coordenada nacionalmente pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e contou com apoio da Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) e da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

De acordo com o delegado Alexander Costa, responsável pelas investigações, a ofensiva teve como objetivo enfraquecer financeiramente o grupo criminoso e interromper a atuação da rede na região.

“As investigações identificaram tanto a atuação no tráfico de drogas quanto mecanismos usados para ocultar recursos obtidos ilegalmente”, destacou o delegado.

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