
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou que Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos, morreu em consequência de uma sequência de agressões físicas e violência sexual. O exame pericial, concluído na terça-feira (4), detalha lesões incompatíveis com qualquer hipótese de acidente e reforça as investigações da Polícia Civil sobre a morte da criança.
Segundo o documento elaborado pelos médicos legistas, a causa da morte foi provocada por um conjunto de traumas graves. Entre eles estão traumatismo craniano, perfuração intestinal, hemorragia interna e choque hemorrágico, além de diversas lesões espalhadas pelo corpo.
A perícia identificou ferimentos na cabeça, no rosto e na região anal da vítima, bem como uma grande quantidade de sangue acumulada no abdômen e dentro da cavidade craniana. Para os peritos, os ferimentos demonstram que a criança foi submetida a um episódio de extrema violência.
O resultado do exame passa a integrar o inquérito instaurado pela Polícia Civil, que busca esclarecer a dinâmica do crime, identificar todas as circunstâncias do caso e responsabilizar os envolvidos.
As investigações apontam como principal suspeito o pai do menino, o advogado Igor Veloso. Até o momento, ele não foi preso. Em nota, a defesa informou que mantém tratativas para que o investigado se apresente espontaneamente às autoridades.
A conclusão do laudo é considerada uma das principais provas técnicas do inquérito e deve servir de base para o avanço das investigações e das futuras medidas judiciais. A Polícia Civil segue reunindo depoimentos, perícias e demais elementos para esclarecer completamente o caso.
A morte de Gustavo provocou forte comoção e repercussão, especialmente diante da gravidade das lesões descritas pelos peritos. O caso continua sob investigação, e novas informações deverão ser divulgadas à medida que o inquérito policial avançar.
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