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Operação da Polícia Civil busca esclarecer assassinato de brigadista em Formoso do Araguaia

Mandados foram cumpridos contra suspeitos ligados ao caso; um investigado acabou preso por posse ilegal de munições.

01/06/2026 às 16h22
Por: Sirleyva Braz
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Buscas foram cumpridas na manhã desta segunda-feira, pela 3ª DHPP de Gurupi Crédito -Foto PCTO
Buscas foram cumpridas na manhã desta segunda-feira, pela 3ª DHPP de Gurupi Crédito -Foto PCTO

A Polícia Civil do Tocantins realizou, na manhã desta segunda-feira (1º), uma operação para avançar nas investigações sobre o homicídio do brigadista Sidiney de Oliveira Silva, morto em junho de 2024, em Formoso do Araguaia.

A ação foi coordenada pela 3ª Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de Gurupi e teve como foco a coleta de novas provas que possam contribuir para o esclarecimento do crime. Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão contra dois produtores rurais e um policial militar apontados como alvos da investigação.

O policial militar já se encontra preso em decorrência de outro inquérito relacionado a homicídio. Durante o cumprimento das medidas judiciais, os investigadores apreenderam carregadores de arma de fogo e um aparelho celular que poderão auxiliar no andamento das apurações.

Além disso, um dos investigados foi preso em flagrante após os policiais encontrarem munições mantidas de forma irregular em sua posse.

Segundo a Polícia Civil, o inquérito passou a ser conduzido pela 3ª DHPP há cerca de um mês, período em que novas diligências permitiram identificar elementos que indicam possíveis participações de pessoas envolvidas tanto na execução quanto no planejamento e na intermediação do assassinato.

Sidiney de Oliveira Silva foi morto na manhã de 15 de junho de 2024. De acordo com as investigações, ele foi surpreendido e atingido por disparos de arma de fogo pelas costas, não resistindo aos ferimentos.

Todo o material recolhido durante a operação será analisado pelos investigadores e poderá reforçar a conclusão do inquérito policial. A Polícia Civil informou que as diligências continuam e que o caso segue sob sigilo para preservar a produção de provas e garantir a efetividade das investigações.

As autoridades destacam que o objetivo é identificar todos os envolvidos e promover a responsabilização dos autores dentro do devido processo legal.

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