Uma mulher foi presa após se envolver em uma confusão na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Tocantinópolis, no norte do estado, ao reclamar da demora no atendimento médico. O caso ocorreu enquanto ela acompanhava a sobrinha, uma bebê de apenas 7 meses.
De acordo com informações divulgadas, D’ane Oliveira afirmou que já havia procurado atendimento para a criança ao menos seis vezes em um intervalo de 22 dias, sem que o problema de saúde fosse resolvido. Na ocasião, ela relatou que a bebê aguardava havia cerca de uma hora e que dois consultórios estariam sem médicos.
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra a mulher exaltada dentro da unidade, cobrando providências diante da situação. Durante o episódio, um médico acionou a Polícia Militar, alegando ter se sentido ameaçado.
D’ane foi conduzida ainda dentro da unidade de saúde, algemada, e levada à delegacia. Segundo as autoridades, houve resistência à abordagem e desacato, o que resultou na autuação pelos dois crimes.
Após os procedimentos legais, a mulher pagou fiança e foi liberada. O caso repercutiu e levanta questionamentos sobre a estrutura e o atendimento na unidade de saúde.