
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) abriu um Procedimento Administrativo para acompanhar e investigar possíveis irregularidades na assistência à saúde prestada às comunidades indígenas Apinajé atendidas pelo Polo Base de Tocantinópolis.
A apuração foi instaurada após a análise de documentos, relatórios técnicos e informações que apontam uma série de dificuldades enfrentadas pelos indígenas no acesso aos serviços de saúde. Entre os principais problemas relatados estão o cancelamento de consultas, falhas no transporte sanitário e a distribuição inadequada de medicamentos.
Segundo o Ministério Público, os indícios levantam preocupação quanto à continuidade e à qualidade do atendimento oferecido às aldeias da região. Também há questionamentos sobre a logística utilizada para garantir o deslocamento de pacientes e o abastecimento regular de insumos essenciais.
Com a abertura do procedimento, o órgão pretende reunir informações detalhadas sobre a situação, acompanhar as medidas adotadas pelos responsáveis e cobrar providências para assegurar o atendimento adequado às comunidades indígenas.
A investigação segue em andamento e poderá resultar em recomendações, acordos ou outras medidas caso sejam confirmadas falhas na prestação dos serviços de saúde.
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