
Uma bebê de apenas dois meses foi salva após se engasgar e ficar sem conseguir respirar na noite da última segunda-feira, 7 de setembro, em Guaraí, no Tocantins. Desesperada, a mãe chegou ao quartel do Corpo de Bombeiros por volta das 21h, acompanhada de um casal que ajudou no deslocamento.
No local, o primeiro atendimento foi realizado pelo soldado Guilherme Damaceno Freire, de 26 anos, que estava de plantão. Ao perceber que a pequena Ana Luiza apresentava sinais de engasgo e não conseguia respirar, o militar iniciou imediatamente as manobras de desobstrução das vias aéreas.
Após algumas tentativas, a bebê voltou a reagir, chorou e conseguiu respirar novamente. O momento trouxe alívio à mãe e à equipe que acompanhava o atendimento.
A chegada rápida ao quartel também contou com a ajuda de um casal que estava de carro nas proximidades de uma praça. Os dois haviam parado no local para fazer um lanche quando se depararam com a situação e ajudaram a mãe a chegar até a unidade dos Bombeiros.
O casal foi ouvido por telefone, mas preferiu não ter a identidade divulgada. Mesmo sem serem identificados, a participação deles foi considerada fundamental para que mãe e filha chegassem rapidamente ao atendimento.
Casos de engasgo podem acontecer de forma repentina e exigem uma resposta imediata. Em bebês, a situação pode ser ainda mais delicada porque as vias aéreas são menores e a criança não consegue pedir ajuda ou explicar o que está acontecendo.
Por isso, conhecer noções básicas de primeiros socorros pode fazer diferença até a chegada de uma equipe especializada. Em uma situação de emergência, a orientação é buscar atendimento profissional o mais rápido possível e, quando houver conhecimento adequado, realizar as manobras de primeiros socorros indicadas para a idade da vítima.
O caso de Guaraí terminou com a bebê voltando a respirar após a intervenção rápida do bombeiro, mostrando como tempo de resposta, conhecimento e ajuda no momento certo podem ser decisivos em uma emergência.
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