

Profissionais da rede municipal de educação de Palmas devem paralisar as atividades nesta quarta-feira (7) e participar de um ato público em mobilização por reivindicações da categoria. A paralisação foi aprovada em assembleia pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins (Sintet Regional de Palmas).
Entre as principais demandas apresentadas pelos trabalhadores estão o pagamento de datas-bases atrasadas e dos respectivos retroativos, além do cumprimento do piso nacional do magistério na estrutura da carreira.
A categoria também cobra a convocação dos candidatos aprovados no cadastro de reserva do último concurso público, a concessão de licença para qualificação profissional e o enquadramento dos monitores.
As reivindicações incluem ainda questões relacionadas às condições de trabalho nas unidades da rede municipal. Segundo o sindicato, estão entre os pontos de preocupação a merenda escolar, a disponibilidade de materiais pedagógicos e relatos de assédio moral.
A mobilização foi deliberada durante assembleia realizada pelo Sintet Regional de Palmas, que definiu o dia 7 de outubro para a paralisação e o ato público.
A entidade sindical afirma que o movimento busca pressionar o poder público pelo atendimento das reivindicações e pela valorização dos profissionais responsáveis pelo atendimento educacional da rede municipal.
A Prefeitura de Palmas e a Secretaria Municipal da Educação mantêm canais de diálogo com o sindicato. Em dezembro de 2025, representantes da Semed e do Sintet se reuniram para discutir temas relacionados à educação municipal, incluindo o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).
A mobilização ocorre em um momento em que a Prefeitura também divulga ações de valorização dos servidores da educação. Segundo levantamento publicado pelo Município em 1º de outubro, 956 benefícios funcionais, entre progressões, titularidades e concessões relacionadas à formação profissional, foram publicados em 2026 até 22 de setembro.
O impacto da paralisação sobre o funcionamento das unidades escolares dependerá da adesão dos profissionais ao movimento. A rede municipal possui escolas e Cmeis em diferentes regiões da Capital.
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