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Polícia Civil do Tocantins desarticula quadrilha de leilões falsos em operação nacional

Polícia Civil do Tocantins desarticula quadrilha de leilões falsos em operação nacional

18/09/2025 11h33
Por: Redação
Foto: Reprodução
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As investigações começaram em janeiro, após um morador de Araguaína registrar prejuízo de R$ 87 mil ao ser enganado pela quadrilha./ Foto: Divulgação SSP

A Polícia Civil do Tocantins, por meio da 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (3ª DEIC) de Araguaína, desencadeou na manhã desta quinta-feira (18) a Operação Ghost Root, que mirou uma organização criminosa responsável por aplicar golpes de leilões falsos na internet.

A ação resultou no cumprimento de sete mandados de prisão preventiva e onze mandados de busca e apreensão em endereços localizados na capital paulista, onde o grupo mantinha suas atividades fraudulentas.

As investigações começaram em janeiro, após um morador de Araguaína registrar prejuízo de R$ 87 mil ao ser enganado pela quadrilha. A partir daí, os policiais mapearam a atuação da organização, que funcionava de forma estruturada e recorrente, anunciando veículos em plataformas virtuais para atrair vítimas em diferentes estados do país.

Com mais de seis meses de apurações, a Polícia Civil identificou ao menos sete integrantes da quadrilha. A Justiça da 2ª Vara Criminal de Araguaína autorizou as prisões, buscas e também determinou o bloqueio judicial de até R$ 100 mil em contas bancárias de cada investigado, visando assegurar a devolução dos valores obtidos de forma ilícita.

A ofensiva contou com apoio da Polícia Civil de São Paulo.

O delegado responsável pelo caso, Márcio Lopes, ressaltou que a ação reforça o papel do Estado no combate ao crime organizado digital.

“Esse tipo de fraude gera grandes prejuízos e se espalha rapidamente pela internet. Conseguimos desarticular um grupo estruturado, que enganava vítimas em vários estados. Agora, buscamos garantir que os responsáveis respondam pelos crimes e que os valores desviados sejam ressarcidos”, afirmou.

As investigações continuam para identificar possíveis novos envolvidos e ampliar o rastreamento dos bens adquiridos com o dinheiro das vítimas.

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