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Flamengo atropela o Vitória com 8 a 0 e entrega show histórico no Maraca

Flamengo atropela o Vitória com 8 a 0 e entrega show histórico no Maraca

26/08/2025 08h00
Por: Redação
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Foi um massacre, um espetáculo, uma aula. Chame como quiser — só não dá pra dizer que foi apenas “mais uma rodada” do Brasileirão. Na noite dessa segunda-feira, o Flamengo transformou o Maracanã em palco de uma goleada histórica: 8 a 0 sobre o Vitória, com direito a hat-trick de Pedro, show de Samuel Lino, magia de Arrascaeta e um futebol coletivo que flertou com a perfeição.

Com o resultado, o time carioca não só garantiu mais três pontos como igualou a maior goleada da história do Campeonato Brasileiro, algo que não acontecia há mais de 40 anos. Foi mais que vencer — foi um recado ao resto do país: o Flamengo está embalado, afiado e com fome de título.

A pressão começou antes do apito

O clima já era de decisão antes mesmo da bola rolar. Com um Maracanã fervendo, a torcida parecia prever o que estava por vir. E o time respondeu à altura: no primeiro minuto de jogo, Samuel Lino recebeu com liberdade, arriscou o chute e contou com um desvio providencial para abrir o placar. Estava desenhado o que seria uma noite inesquecível.

Aliás, esse foi o primeiro gol de Lino com a camisa do Fla, e o primeiro de muitos, se continuar jogando como ontem.

Efeito dominó rubro-negro

O Vitória mal teve tempo de respirar. Aos cinco minutos do segundo tempo, o Flamengo já havia feito o sexto. Pedro estava impossível, Arrascaeta jogando como se tivesse controle remoto e Lino distribuindo dribles, passes e gols como se fosse videogame. Teve cavadinha, gol de cabeça, elástico, assistência de letra e até caneta em meio-campo. A defesa baiana? Só olhou.

O gol de Pedro de cavadinha, logo no início, foi daqueles que faz qualquer criança na arquibancada sonhar. O uruguaio Arrascaeta também deixou sua marca com um golaço de esquerda, após uma troca de passes que parecia coreografada.

Vitória assistiu, Flamengo encantou

Enquanto o Vitória se embolava tentando sair da própria intermediária, o Flamengo atacava com uma fluidez quase cruel. A posse de bola não era só domínio, era ameaça constante. A cada toque, o time se aproximava da área, encontrava espaço e finalizava. O goleiro do Vitória, Arcanjo

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