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DNIT projeta conclusão de ponte entre Tocantins e Pará até o final de 2025

DNIT projeta conclusão de ponte entre Tocantins e Pará até o final de 2025

28/08/2025 17h32
Por: Redação
Foto: Reprodução
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Foto: Dnit/Divulgação

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) anunciou nesta quarta-feira (27) que a ponte sobre o Rio Araguaia, que conectará os municípios de Xambioá (TO) e São Geraldo do Araguaia (PA), deve ser entregue até o fim de 2025. A informação foi divulgada durante evento oficial realizado no Palácio Araguaia, em Palmas, que também marcou a federalização da rodovia TO-050.

De acordo com o diretor-geral do DNIT, Fabrício Galvão, a estrutura da ponte já está praticamente finalizada, e o próximo passo será a execução das cabeceiras. As obras nos acessos devem ser iniciadas na primeira quinzena de setembro.

“A parte estrutural da ponte está concluída. Agora começamos os serviços de encabeçamento, incluindo a instalação de bueiros e contenções. O objetivo é liberar o tráfego ainda este ano, com finalização total prevista para 2025”, afirmou Galvão.

Avanço após impasses judiciais

Um dos principais desafios enfrentados pela obra foi a necessidade de desapropriações em áreas próximas à ponte. Segundo o DNIT, a remoção de 12 residências foi essencial para permitir a continuidade da construção, que havia sido impactada por questões legais e negociações com moradores.

Estrutura e benefícios

A ponte terá 1.724 metros de comprimento e está sendo construída pelo consórcio A. Gaspar/Arteleste/V. Garambone. A expectativa é de que mais de 1,5 milhão de pessoas sejam diretamente beneficiadas com a nova ligação entre os estados.

Além da ponte principal, os acessos terão 2.010 metros de extensão — sendo 1.700 metros no lado tocantinense e 310 metros no lado paraense. O projeto inclui pista com 12 metros de largura, acostamentos, calçadas de 1,5 metro em ambos os lados e vias marginais.

O contrato da obra foi assinado originalmente em 2017, ainda durante o governo Michel Temer. A previsão inicial era de que a construção fosse concluída em três anos, mas entraves jurídicos postergaram o início efetivo das obras para 2020, com a assinatura da ordem de serviço.

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