
O calor intenso pode representar um risco à saúde, principalmente quando as temperaturas permanecem elevadas por várias horas e a umidade relativa do ar fica baixa. Nessas condições, o organismo precisa trabalhar mais para manter a temperatura corporal, aumentando a perda de líquidos e favorecendo a desidratação.
Entre os sinais de alerta estão sede excessiva, boca seca, fraqueza, tontura, dor de cabeça, cansaço e mal-estar. Em situações mais graves, a exposição prolongada ao calor pode provocar alterações na pressão, desmaios e até quadros relacionados ao superaquecimento do corpo.
Para reduzir os riscos, a principal recomendação é manter a hidratação ao longo do dia, mesmo sem sentir sede. Água deve ser priorizada, enquanto bebidas alcoólicas e o excesso de cafeína podem contribuir para a perda de líquidos.
Também é importante evitar atividades físicas e exposição direta ao sol nos horários de maior calor, procurar ambientes ventilados ou frescos e utilizar roupas leves e claras. Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas precisam de atenção redobrada.
Quando a umidade do ar estiver muito baixa, cuidados adicionais podem ajudar, como manter os ambientes arejados, evitar exercícios ao ar livre nos períodos mais secos e aumentar a ingestão de líquidos.
O calor pode até parecer apenas desconfortável, mas, quando combinado com baixa umidade e exposição prolongada ao sol, pode se tornar um problema sério. Prevenção e hidratação são as principais aliadas para atravessar os dias quentes com mais segurança.
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