Uma cena às margens da rodovia, silêncio interrompido apenas pelo fluxo de veículos e uma história que ainda está sendo montada. A morte de Suzane Almeida, uma mulher trans encontrada na BR-153, em Guaraí, segue cercada de incertezas.
O corpo foi localizado próximo ao antigo posto fiscal, a cerca de cinco quilômetros do perímetro urbano. Segundo a polícia, a vítima apresentava marcas de disparos de arma de fogo e estaria de passagem pelo município.
Até agora, o que se sabe ainda é fragmentado. Como Suzane chegou ao local, com quem estava e o que aconteceu antes do crime são pontos que permanecem em aberto.
A Polícia Civil do Tocantins instaurou inquérito e trabalha para identificar suspeitos e esclarecer a motivação. Nenhuma prisão foi realizada até o momento.
Nas redes sociais, Suzane deixava registros de sua rotina. Vídeos dançando, interações com seguidores e momentos do cotidiano agora se tornam parte das poucas pistas sobre sua trajetória recente.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Porto Nacional e, até o momento, não há confirmação de familiares, o que dificulta ainda mais o avanço das investigações.

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