
De acordo com orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e da Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacinação protege não apenas o indivíduo, mas também a coletividade, contribuindo para a prevenção de surtos em escolas e creches e para a proteção de pessoas mais vulneráveis. Neste período de retorno às aulas, algumas vacinas merecem atenção especial.
Entre elas estão à influenza, importante para a prevenção de infecções respiratórias comuns no ambiente escolar; a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola; a vacina contra difteria, tétano e coqueluche; as vacinas meningocócicas, que previnem meningites e infecções graves de rápida evolução; a pneumocócica 15 ou 20, indicada para a prevenção de pneumonias e outras infecções; além da vacina contra a dengue, recomendada para crianças e adolescentes dentro da faixa etária indicada, especialmente em um período de maior circulação do vírus.
Com a retomada da rotina escolar, é importante que pais e responsáveis confiram o cartão de vacinação e busquem orientação profissional em caso de dúvidas, especialmente no caso de crianças com condições de saúde específicas. Esse cuidado contribui para um período letivo mais tranquilo e seguro.
A enfermeira Heryka Cavalcante, responsável pelos serviços de imunização do Sabin no Tocantins, reforça que a atualização da caderneta vacinal é uma medida essencial de prevenção. “Quando a criança está com a vacinação em dia, ela se protege e contribui para a proteção de colegas, educadores e familiares”, explica.
Segundo a enfermeira, o atendimento especializado também ajuda a orientar as famílias. “Muitas dúvidas estão relacionadas ao número de doses, aos intervalos entre as vacinas e às possíveis reações. No Sabin, as famílias recebem orientações antes e depois da aplicação, garantindo mais segurança e tranquilidade”, completa.
Para a biomédica e gestora do Sabin no Tocantins, Nayara Borba, a vacinação é fundamental para um retorno seguro às atividades escolares. “A volta às aulas aumenta a circulação de pessoas e, consequentemente, o risco de transmissão de doenças. Manter o cartão de vacinação atualizado é uma forma simples e eficaz de proteger crianças, adolescentes e toda a comunidade escolar”, destaca.
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