
Palmas participa de um debate internacional sobre os desafios e os caminhos para tornar as cidades amazônicas mais sustentáveis. A Capital tocantinense está representada pelo presidente da Fundação Municipal de Meio Ambiente (FMA), Isac Braz Cunha, na plenária do Fórum de Cidades Amazônicas (FCA) 2026, realizada nesta quarta-feira (28) e quinta-feira (29), em Paramaribo, no Suriname.
O encontro reúne representantes de 45 governos locais de oito países amazônicos, com o objetivo de compartilhar experiências e discutir políticas públicas que conciliem crescimento urbano, preservação ambiental e qualidade de vida da população.
Durante a programação, Palmas participa de uma sessão dedicada à governança regional e à construção de uma agenda urbana integrada para a Amazônia. Um dos principais pontos em discussão é a dificuldade de transformar políticas nacionais de habitação, infraestrutura e desenvolvimento urbano em ações efetivas nos municípios.
A representação brasileira, por meio de Palmas, estará entre os quatro governos locais convidados a contribuir com respostas e propostas para reduzir essa distância entre o planejamento e a execução das políticas públicas.
Planejamento para os próximos anos
A expectativa é que as discussões ajudem a definir prioridades para o desenvolvimento urbano da região no período de 2026 a 2030. A proposta é construir iniciativas conjuntas entre governos municipais e autoridades nacionais, considerando as particularidades e as necessidades de cada território amazônico.
A participação de Palmas também coloca a Capital em um espaço de intercâmbio com outras cidades da região, permitindo a troca de experiências sobre gestão urbana e sustentabilidade.
Cooperação entre cidades amazônicas
Apoiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Fórum de Cidades Amazônicas conecta governos locais dos oito países integrantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA).
A iniciativa busca fortalecer a cooperação entre municípios diante de desafios comuns, promovendo o diálogo e a construção de estratégias para um desenvolvimento urbano que considere as questões ambientais, sociais e econômicas da Amazônia.
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